|
Italia |
|
Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Odoardo Spadaro )
( Autores: Celani - O. Spadaro - 1934 )
|
|
Original em italiano |
Tradução |
|
Per l'esposizione di Roma del 1942 tutti gli artisti sono scritturati nei vari padiglioni. Siccome io appartengo al cosidetto reparto Arte Varia, ed avendo gironzolato e gironzolando sempre per il mondo, ho avuto una missione speciale, cioè a dire, io dovrò cantare in genere nei padiglioni stranieri ed in particolare in quelli estremo-orientali. Però la commissione degli impresari mi ha dato questo avvertimento, mi ha detto: "Spadaro, quando voi canterete nei padiglioni orientali, cantate pure canzoni orientali, ma confermate sempre uno stile romano. Siamo a Roma e devono capir tutti" "Giustissimo, adesso sto preparando il repertorio. Se per esempio un giorno riceverò il biglietto di servizio per il padiglione cinese, io ho preparato una canzoncina cinese con una leggera tintarella romana. Eccola quà" Questa storiellina è cinese, è successa proprio a Pechin tra una Musmè tanto cortese ed un Mandarino, Mandarino. Si chiamava "Ali Mort" e lei rispondeva al nome "Chi Senè", si vedevan spesso, amici miei, e un bel dì lüi disse "Ascolta me". "Ali Mort, Ali Mort, chi ti parla è Ali Mort". "Taci, taci, taci", lei rispodeva, "il tuo amor mi confonde". "Io con te, sono un Re, credi cara Chi Senè, freme, freme, freme, il mio cuor per te". Furon visti un giorno per Shangai dal cugino, il prence Che Tepò, alla coppia dette molti guai quel fatale incontro, tale incontro. Disse lui: "Chi sei tu, uomo o pollo?" Lui rispose: "Sono un Mandarin, ma piuttosto tu chi sei, o geloso!" Disse lui: "Sono il cugin". "Io sono Che Tepò, Che Tepò, chi ti parla è Che Tepò. Fino a quando deve arrivar verso me la tua gran confidenza?" "Chi Senè, credi a me io solo amo te, sol te". Ali Mort a quella scio.. Chi Senè, fre.. e mette il piè. |
Para a exposição de Roma de 1942 todos os artistas são escriturados nos vários pavilhões. Como eu pertenço ao chamado reparto Arte Varia, e tendo andado e andando sempre pelo mundo, recebi uma missão especial, ou seja, eu deverei cantar em geral nos pavilhões estrangeiros e em particular naqueles extremo-orientais. Porem a comissão dos empresários me deu esta advertência, me disse: "Spadaro, quando o Senhor cantará nos pavilhões orientais pode cantar musicas orientais, mas utilize sempre um estilo romano. Estamos em Roma e todos devem entender" "Justíssimo, no momento estou preparando o repertorio. Se por exemplo um dia eu receberei uma ordem de serviço para o pavilhão cines, eu preparei uma musiqueta cines com um leve sabor romano. Eis ela aqui" Esta historinha é cines, aconteceu exatamente em Pequim entre uma Musmé tão cortes e um Mandarim, Mandarim. Chamava-se "Ali Mort" e ela respondia ao nome "Chi Senè", encontravam-se muitas vezes, amigos meus, e um belo dia ele disse "Escuta-me". "Ali Mort, Ali Mort, quem te fala é Ali Mort". "Quieto, quieto, quieto", ela respondia, "o teu amor me confunde". "Eu contigo sou um Rei, acredita querida Chi Senè, freme, freme, freme, o meu coração por ti". Foram vistos um dia em Xangai pelo primo, o principe Che Tepò, para o casal criou muitos problemas aquele fatal encontro, o tal encontro. Disse ele: "Quem és tu, homem ou frango?" Ele respondeu: "Sou um Mandarim, mas quem és tu, o ciumento!" Disse ele: "Sou o primo". "Eu sou Che Tepò, Che Tepò, quem te fala é Che Tepò. Até que ponto vai chegar pra mim a tua grande familiaridade? "Chi Senè, acredita em mim eu amo somente a ti, somente a ti". Ali Mort àquela xô, Chi Senè, fre..... e pula fora! |