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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Ernesto Bonino & Trio Lescano )
( Autor: Anonimo - 1908 )
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Original em italiano |
Tradução |
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C'era una volta un piccolo naviglio. C'era una volta un piccolo naviglio che non poteva navigar, era lontano dalla riva un miglio, vedeva il porto e non poteva più approdar. Eppure a posto avea tutti gli attrezzi compreso chiglia ed il timon, ma dagli e pesta non trovavan mezzi per far marciare quel balordo carcasson. E dopo una, due, tre, quattro, cinque, sei, sette settimane, nessun riusci a capir perchè senza più esitar si rimise a navigar. Le bianche vele, fiocchi e pappafichi sciolsero tosto i marinar e il capitano dai mustacchi antichi salì sul ponte, la sua nave a comandar. Quando il nostromo racconta questa leggenda del mar, tutti in silenzio stanno ad ascoltar senza nemmeno fiatar. Tremando, brilla lucente l'occhio cercando laggiù, dove nel nulla si perde il mar blu, un sogno che non torna più. C'era una volta un piccolo naviglio che non poteva navigar era lontano dalla riva un miglio, vedeva il porto e non poteva più approdar. Eppure a posto avea tutti gli attrezzi compreso chiglia ed il timon, ma dagli e pesta non trovavan mezzi per far marciare quel balordo carcasson. E dopo una, due, tre, quattro, cinque, sei, sette settimane, nessun riusci a capir perchè senza più esitar si rimise a navigar. Le bianche vele, fiocchi e pappafichi sciolsero tosto i marinar e il capitano dai mustacchi antichi salì sul ponte, la sua nave a comandar. |
Era uma vez um pequeno navio. Era uma vez um pequeno navio que não podia navegar, era distante da costa uma milha, via o porto e não podia mais aproar. Contudo havia no lugar todas as ferramentas inclusive quilha e leme, mas daí e daí não encontravam os meios para fazer andar aquela esquisita carcaça. E depois de uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete semanas, ninguém conseguiu entender porque, sem mais hesitar voltou a navegar. As brancas velas, gibas e mezenas desembrulharam logo os marinheiros e o capitão de bigodes antigos subiu na ponte, seu navio a comandar. Quando o contramestre conta esta lenda do mar, todos em silencio ficam escutando sem nem respirar. Tremendo, brilha esplendente o olho buscando longe, onde no nada perde-se o mar azul, um sonho que não volta mais. Era uma vez um pequeno navio que não podia navegar, era distante da costa uma milha, via o porto e não podia mais aproar. Contudo havia no lugar todas as ferramentas inclusive quilha e leme, mas daí e daí não encontravam os meios para fazer andar aquela esquisita carcaça. E depois de uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete semanas, ninguém conseguiu entender porque, sem mais hesitar voltou a navegar. As brancas velas, gibas e mezenas desembrulharam logo os marinheiros e o capitão de bigodes antigos subiu na ponte, seu navio a comandar. |