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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Fabrizio de Andrè )
( Autor: Fabrizio de André - 1965 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Ricordi, sbocciavano le viole con le nostre parole: "non ci lasceremo mai, mai e poi mai" Vorrei dirti ora, le stesse cose ma come fan presto, amore, ad appassire le rose, così per noi. L'amore che strappa i capelli é perduto ormai. Non resta che qualche svogliata carezza e un pò di tenerezza. E quando ti troverai in mano quei fiori appassiti al sole di un aprile ormai lontano, li rimpiangerai. Ma sarà la prima che incontri per strada che tu coprirai d'oro per un bacio mai dato, per un amore nuovo. E sarà la prima che incontri per strada che tu coprirai d'oro per un bacio mai dato, per un amore nuovo. |
Lembras, desabrochavam as violetas com nossas palavras: "Não nós deixaremos nunca, nunca e depois nunca" Queria dizer-te agora, as mesmas coisas mas como são rápidas, amor, a murchar as rosas, assim para nós. O amor que arranca os cabelos é perdido agora. Não fica que alguma indolente caricia e um pouco de ternura. E quando terás na mão aquelas flores que murcharam ao sol de um abril já distante, terás saudade deles. Mas será a primeira que encontras na rua que tu cobrirás de ouro por um beijo nunca dado, por um amor novo. E será a primeira que encontras na rua que tu cobrirás de ouro por um beijo nunca dado, por um amor novo. |