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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Execução: Coro Monterosa )
( Autores: Giuliani - G. Bonavolontà - 1917 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Laggiù, in una casetta d’Italia sul confin, viveva una vecchietta, la madre di un Alpin. Col figlio suo d’accanto, nella quiete, là fra i monti, viveva in un incanto, la vecchia col suo Alpin. Ma un dì, fra le vette, fra bianchi nevai, fra gole e ghiacciai, una voce ascoltò: “Madre, orsù! Il figlio tuo dammi anche tu. Lo stranier calpesta ancor le mie frontier. Io la Patria son, i miei figli tutti eu vo’. Lo stranier è qui alle frontier!" “Su, parti figlio mio, la Patria ti chiamò, e t’accompagni Iddio, per te Lo pregherò. Ma verso l’orizzonte, dove tu combatterai, a notte, su quel monte, la madre tua verrà”. Così, a mezzanotte la vecchia arrivava, dall'alto chiamava il suo figlio Alpin. “Figlio, qui, fra neve e gel, starò così, di laggiù, la madre tua chiama anche tu”. “Madre io son qui”, rispondeva ognor l’Alpin. Lieta in cuor lei se ne tornava allor. Rombava la mitraglia là, proprio sul confin. È giorno di battaglia per il mio figlio Alpin. Mio Dio! Fa che ritorni qui con me nella casetta ad allietarmi i giorni, o io ne morirò”. Con ansia mortale sul monte andò urlando, ma invano, chiamando il suo figlio Alpin. “Madre, tu il figlio tuo non chiamar più, sul mio altar, la gioventù seppe immolar. Ei dorme quaggiù, non si desterà mai più! Madre, tu lo rivedrai lassù!” |
Lá longe, numa casinha no confim da Itália, vivia uma velhinha, a mãe de um Alpino. Com o filho ao seu lado, na quiete, lá entre as montanhas, vivia num encanto, a velha com seu Alpino. Mas um dia, entre os cumes, entre brancas neves, entre gargantas e geleiras, uma voz escutou: “Mãe, força! O filho teu dá-me também tu. O estrangeiro pisa ainda nas minhas fronteiras. Eu a Pátria sou, os meu filhos todos eu quero. O estrangeiro está aqui nas fronteiras!" “Força, parte filho meu, a Pátria te chamou, e te acompanhe Deus, por ti a Ele pedirei. Mas lá no horizonte, onde tu combaterás, de noite, sobre aquela montanha, tua mãe virá”. Assim, a meia noite a velha chegava, de lá de cima chamava o seu filho Alpino. “Filho, aqui, entre neve e gelo, estarei assim, de lá, a mãe tua chama também tu”. “Mãe eu estou aqui”, respondia sempre o Alpino. Aliviada no coração ela voltava então. Ribombava a metralha lá, exatamente no confim. É dia de batalha para o meu filho Alpino. Meu Deus! Faz que volte aqui comigo na casinha alegrando meus dias, ou eu morrerei”. Com ansiedade mortal sobra a montanha foi gritando, mas em vão, chamando o seu filho Alpino. “Mãe, tu o filho teu não chamar mais, no meu altar, a juventude soube imolar. Ele dorme aqui, não acordará nunca mais! Mãe, tu o reverás no céu!” |