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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
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Canta: Gino Santercole )
( Autores: Sloan - Mogol - Beretta - Del Prete - 1966 )
( A musica é uma Cover de "Eve of destruction" de Barry Mc Guire )
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Original em italiano |
Tradução |
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Non piangere mai più che questo mondo non è stato mai rotondo. Tu carichi il fucile di chi ti spara e dopo piangi se la vita è troppo amara. E tu sei convinto ancora che lei ti amava. Dimmi, dimmi come, come, come fai a dire che tu credi in questo vecchio pazzo mondo. Tu credevi in lei quasi ciecamente e credevi in me che ero il tuo amico. Ora piangi perchè lei ti ha tradito con me e mi domandi perchè e mi domandi perchè. Tu sei troppo buono, sai, per dei tipi come noi. Dimmi, dimmi come, come, come fai a dire che tu credi in questo vecchio pazzo mondo. Ehi, amico, perchè tu non rispondi niente e guardi me così umilmente. Perchè ora dovrei avere dei rimorsi se in questa vita ognuno riesce ad odiarsi e mai nessuno, mai, impara ad amare e tanto meno poi a perdonare. Amico mio caro dimmi perchè. Dimmi, dimmi come, come, come fai a dire che tu credi in questo vecchio pazzo mondo. Perchè negli occhi tuoi c'è ancora amore dopo così tanto, tanto dolore. Perchè ti senti forte e ci perdoni invece di trattarci come due cani. E se hai ragione tu, insegnaci ad amare, a credere di più nel mondo e nel domani. Insegnaci a soffrire perchè voglio sentirti dire: Dimmi come, come, come fai a dire che tu credi in questo vecchio pazzo mondo. Che tu credi in questo vecchio pazzo mondo! |
Não chorar nunca mais que este mundo não foi nunca redondo. Tu carregas o fuzil de quem atira em ti e depois choras se a vida é demais amarga. E tu estás convencido ainda que ela te amava. Diz-me, diz-me como, como, como podes dizer que tu acreditas neste velho louco mundo. Tu acreditavas nela quase cegamente e acreditavas em mim que era o teu amigo. Agora choras porque ela te traiu comigo e me perguntas porque e me perguntas porque. Tu és bom demais, sabes, para tipos que nem nós. Diz-me, diz-me como, como, como podes dizer que tu acreditas neste velho louco mundo. Hei, amigo, porque tu não respondes nada e olhas pra mim tão humildemente. Porque agora eu deveria ter remorsos se nesta vida cada um consegue odiar-se e nunca ninguém, nunca, aprende a amar e ainda menos depois a perdoar. Amigo meu querido diz-me porque. Diz-me, diz-me como, como, como podes dizer que tu acreditas neste velho louco mundo. Porque nos olhos teus há ainda amor depois de tanta, tanta dor. Porque te sentes fortes e nos perdoas ao invés de nos tratar como dois cachorros. E se tu estiver certo, nos ensinas a amar, a acreditar mais no mundo e no amanha. Nos ensinas a sofrer porque quero ouvir-te dizer: Diz-me como, como, como podes dizer que tu acreditas neste velho louco mundo. Que tu acreditas neste velho louco mundo! |