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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Loredana Bertè )
( Autores: Daiano - G. Felisatti - 1975 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Che strano uomo avevo io, con gli occhi dolci quanto basta per farmi dire sempre: "Sono ancora tua". E mi mancava il terreno quando si addormentava sul mio seno e lo scaldavo al fuoco umano della gelosia. Che strano uomo avevo io, mi teneva sotto braccio e se cercavo di essere seria, per lui ero solo un pagliaccio. E poi mi diceva sempre: "Non vali che un pò più di niente". Io mi vestivo di ricordi per affrontare il presente. E ripensavo ai primi tempi, quando ero innocente, a quando avevo nei capelli la luce rossa dei coralli. Quando ambiziosa come nessuna, mi specchiavo nella luna, e lo obbligavo a dirmi sempre: "Sei bellissima! Sei bellissima!" Accecato d'amore mi stava a guardare. "Sei bellissima! Sei bellissima!" Na na na na na na na..... Se pesco chi un giorno ha detto che il tempo è un gran dottore, lo lego a un sasso, stretto, stretto e poi lo butto in fondo al mare. Son passati, buoni, buoni, un paio d'anni e di stagioni, ho avuto un paio di avventure, niente di particolare. Ma io uscivo a cercarti nelle strade, fra la gente, mi sembrava di voltarmi all'improvviso e vederti nuovamente. E mi sembra di sentire ancora: "Sei bellissima! Sei bellissima!" Accecato d'amore mi stava a guardare. "Sei bellissima! Sei bellissima!" Na na na na na na na, na na na na na na. "Sei bellissima! Sei bellissima!" Na na na na na na na na na na na na na. "Sei bellissima!" "Sei bellissima!" |
Que homem estranho eu havia, com os olhos doces quanto basta para fazer-me dizer sempre: "Sou ainda tua". E me faltava o chão quando adormecia no meu seio e eu esquentava-o ao fogo humano do ciúme. Que homem estranho eu havia, me pegava pelo braço e se eu tentava ficar séria, pra ele eu era somente um palhaço. E depois me dizia sempre: "Tu não vales que um pouco mais de nada". Eu me vestia de lembranças para enfrentar o presente. E eu re-pensava aos primeiros tempos, quando eu era inocente, a quando havia nos cabelos a luz vermelha dos corais. Quando ambiciosa como nenhuma, me espelhava na lua, e obrigava-o a dizer-me sempre: "És belíssima! És belíssima!" Cegado pelo amor ficava olhando pra mim. "És belíssima! És belíssima!" Na na na na na na na..... Se pego quem um dia disse que o tempo é um grande doutor, amarro-o a uma pedra bem apertado e depois lanço-o para o fundo do mar. Se passaram, bons, bons, um par de anos e de estações, tive duas aventuras, nada de particular. Mas eu saía procurando-te nas ruas, entre as pessoas, me parecia de virar-me de improviso e ver-te novamente. E me parece de ouvir ainda: "És belíssima! És belíssima!" Cegado pelo amor ficava olhando pra mim. "És belíssima! És belíssima!" Na na na na na na na, na na na na na na. "És belíssima! És belíssima!" Na na na na na na na na na na na na na. "És belíssima!" "És belíssima!" |