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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Gabrè )
( Autores: Tortora - Lama - 1928 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Quando a sera l’ombra discende calma sull’oriente in fior, dai porti del Giappon a frotte vengon fuor le profumate Gheishe dell’amor. Oh, dolci passettini d’uccelli in volo cinguettanti un pò. Vanno e spesso, nel silenzio, pian pian, cantano le Musmé. Bambole di seta, ninnoli del cuore lievi come fragili bisquit, noi siamo dell’amor, noi siamo del mister i piccoli trastulli del piacer. Dalla bianca nave approdata scese il bruno marinar, portava negli occhion l’incanto del suo mar e, chiusa in cuor, la febbre dell’amor. "Oh piccolo tesor" egli disse allor alla sua Musmé e la bimba stretta al bruno stranier tra i baci sospirò. Bambole di seta, ninnoli del cuore lievi come fragili bisquit, noi siamo dell’amor, noi siamo del mister i piccoli trastulli del piacer. Nelle folli strette d’amore palpitava come un fior. Oh, quanto spasimar! Sul pallido visin le si leggeva, triste, il suo destin. E il giorno che il suo bene partiva, allora essa l’abbracciò, ma nel bacio dell’addio il suo cuor stanco s’abbandonò. Bambole di seta, ninnoli del cuore lievi come fragili bisquit, noi siamo del mister, noi siamo dell’amor i piccoli trastulli del piacer. Spezzata dall’amor sparì col suo mister il piccolo trastullo del piacer! |
Quando de noite a sombra desce calma sobre o leste florido, dos portos do Japão em grupo aparecem as perfumadas Gueixas do amor. Oh, doces passos pequenos de pássaros em vôo chilreando um pouco. Vão e as vezes, no silencio, baixinho, cantam as Musmé. Bonecas de seda, bibelôs do coração leves como frágeis biscuit, nós somos do amor, nós somos do mistério os pequenos brinquedos do prazer. Do branco navio atracado desceu o moreno marinheiro, levava nos grandes olhos o encanto do seu mar e, fechada no coração, a febre do amor. "Oh pequeno tesouro" ele disse então para a sua Musmé e a menina abraçada ao moreno estrangeiro entre os beijos suspirou. Bonecas de seda, bibelôs do coração leves como frágeis biscuit, nós somos do amor, nós somos do mistério os pequenos brinquedos do prazer. Nos loucos abraços do amor palpitava como uma flor. Oh, quanto prazer! No pálido rostinho dava pra ler, triste, o seu destino. E o dia em que o seu bem partia, então ela o abraçou, mas no beijo do adeus o seu coração cansado se abandonou. Bonecas de seda, bibelôs do coração leves como frágeis biscuit, nós somos do mistério, nós somos do amor os pequenos brinquedos do prazer. Despedaçada pelo amor desapareceu com o seu mistério o pequeno brinquedo do prazer! |